quarta-feira, 6 de julho de 2022

Ministério faz parceria para prevenir suicídios e automutilações

O Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos (MMFDH) firmou parceria ontem (7) com a Associação Nacional das Universidades Particulares (ANUP) para implantar medidas nas instituições de ensino de apoio a estudantes em situações de sofrimento.

O objetivo é atuar na prevenção de casos de automutilação e de suicídio. O acordo faz parte da campanha “Acolha a Vida”, uma iniciativa promovida pelo MMFDH que tem o objetivo de prevenir e combater este problema entre crianças, adolescentes e jovens.

O protocolo de intenções assinado entre o ministério e a entidade prevê medidas como a instalação de núcleos de acolhimento nas universidades privadas. Segundo a ministra Damares Alves, o intuito é reunir estudantes de cursos como psicologia e de outras áreas de ciências da saúde para oferecer atendimento voluntário.

Outra iniciativa será a realização de ações de capacitação de alunos dessas faculdades, que lecionam em outras escolas, sobre como lidar com jovens em sofrimento. A capacitação e o atendimento poderão alcançar também os próprios estudantes dessas universidades privadas. “Dentro das universidades há jovens se cortando e pensando em se matar”, comentou a ministra a Agência Brasil.

A parceria também vai envolver intercâmbio de informações entre o órgão governamental e associações de universidades. A ANUP informou no evento de assinatura do protocolo de intenções que há universidades já adequando grades curriculares para incluir temas relacionados ao bem-estar, felicidade e inteligência emocional.

Disque 100

Como parte da campanha “Acolha a Vida”, o MMFDH também firmou parceria com a Associação Psiquiátrica da América Latina (APAL). A entidade vai fornecer tratamento aos atendentes do serviço Disque 100, linha aberta para denúncias de violações de direitos humanos. O serviço vai atender pessoas que busquem apoio para situações de sofrimento e vontade de cometer algum ato de automutilação ou suicídio.

“A ideia é proteger essas pessoas, é acolher estas pessoas. É importante tirar o primeiro impulso, mostrar que há caminho. E isso é possível”, falou a Agência Brasil o presidente da APAL, Antônio da Silva. Segundo a ministra do MMFDH, o início do serviço ainda não tem data mas deve ocorrer após a formação dos atendentes.

Por Jonas Valente – Repórter da Agência Brasil
Foto: El País

Destra realiza ações do Maio Amarelo durante todo o mês em Caruaru

A Prefeitura de Caruaru, através da Autarquia de Trânsito e Transporte de Caruaru (Destra), lançou, na última segunda-feira (06), o Movimento Maio Amarelo, que tem como tema “No trânsito, o sentido é a vida”. Durante todo o mês, serão trabalhadas, de formas variadas, a conscientização do não uso de aparelho celular e a não ingestão de álcool no momento de condução, práticas que podem evitar vários acidentes.

Com o objetivo de chamar a atenção da sociedade para o alto índice de mortes e feridos no trânsito em todo o mundo, essa ação coordenada entre o poder público e a sociedade envolve os mais diversos segmentos, como órgãos de governos, empresas, associações, federações e sociedade civil organizada e quer colocar em pauta a segurança viária e mobilizar toda a sociedade a engajar-se em ações e propagar o conhecimento, abordando toda a amplitude que a questão do trânsito exige, nas mais diferentes esferas.

O movimento, que dura até o dia 29 deste mês, é uma das maiores ações de trânsito na cidade, no qual várias atividades são realizadas em ambientes diversos, desde a via pública, com fiscalizações educativas, até o trabalho de prevenção nas escolas. “O Maio Amarelo é mais uma oportunidade de convidar todos os condutores de veículos de Caruaru e cidades vizinhas para se empenhar nessa grande maratona de redução de acidentes e de conduzir veículos com mais responsabilidade no trânsito”, finalizou o presidente da Destra, Coronel Gilmar de Araújo.

9 de maio: Dia Municipal e Estadual do Rio Ipojuca

Bacia hidrográfica do Rio Ipojuca

Características

A palavra Ipojuca tem sua origem no tupi-guarani yapó-yuc, que significa podre, estagnado, banhado de água pútridas, pântano. O rio nasce nas encostas da serra pau d’arco, no município de Arcoverde, 876 m acima do nível do mar. Com extensão de 323,9 km, é o segundo rio mais extenso do estado de Pernambuco e, infelizmente, o terceiro rio mais poluído do Brasil. Tem percurso no sentido oeste para leste, possuindo uma extensão da área da bacia hidrográfica de 3.435,34 km². O rio corta 25 municípios pernambucanos e abrange as quatro mesorregiões (Sertão, Agreste, Zona da Mata e Região Metropolitana do Recife).

Alguns fatos históricos

Em 1853, havia muitas confusões por causa de cercados as margens do rio. A população queria passar, mas era impedida porque alguns donos de terrenos nas margens do rio cercavam suas margens e, consequentemente, geravam conflitos.

Em um trecho do rio havia um poço que servia de bebedouro para o gado, coberto com uma planta rasteira denominada Caruru e uma grande quantidade de sapos Cururu; surgindo o nome de sítio “Poço Cururu”.

A primeira barragem para abastecer o município de Caruaru durante 50 anos estava localizada entre o velho “cafundó” e o “ Vassoural”. Foi construída em 1865 e durou até 1915, quando ocorreu uma enchente que rompeu o paredão da barragem.

Na década de 50, tínhamos a empresa Companhia de Navegação do Rio Ipojuca para passeios nas suas águas. O ponto de embarque das pequenas embarcações começava no final da Rua Saldanha da Gama, até ao lado do Colégio Sagrado Coração por 500 réis por passageiro.

Baronesa

Planta aquática que aparece com muita frequência no rio por ser uma planta invasora indicadora de despejo de esgoto. Sua origem é das Américas do Norte e do Sul; sua floração é no verão e desenvolvimento ocorre com muita luminosidade. Tem nomes populares como aguapé, camalote, rainha-dos-lagos, mururé, jacinto d’água, orelha-de-veado e orquídea d’água. Não tolera salinidade e suas folhas são sensíveis às geadas. Na índia, invade plantações de arroz, impedindo o crescimento desse cereal. No Sudão reproduziu-se tanto que impediu a navegação. O aparecimento de muitas baronesas no rio, contribui para diversos problemas, proliferação de muriçocas e ela forma um “tapete” que impede a passagem da luz e o fitoplâncton presente na água não recebendo a luz, não realiza a fotossíntese, e não produz oxigênio – uma baixa Demanda Bioquímica de Oxigênio (DBO) e consequentemente não.

Os cágados

Ocorre uma confusão entre as diferenças entre tartarugas, jabutis e cágados. Os que vivem no rio Ipojuca são cágados, que possuem respiração pulmonar e mergulham na água para obter como alimentação os dejetos.

Alguns problemas ambientais

Assoreamento – Acúmulo de sedimentos pelo depósito de terra e resíduos sólidos na calha do rio. As águas das enchentes não terão espaço dentro do rio e ocuparão toda a margem e outros espaços;

Construções irregulares – De acordo com o novo código florestal, as faixas marginais de qualquer curso d’água serão Áreaa de Preservação Permanente (APP). Logo, um rio com 10m de largura deverá ter preservado 30 m de cada margem;

Mata Ciliar – é a formação vegetal localizada nas margens do rio. É considerada área de preservação permanente com diversas funções, evitando processos erosivos, assoreamento, construções irregulares e descarte irregular de lixo. Além disso, nutre o ecossistema aquático, o que é de fundamental importância para preservar e conservar a “saúde” do rio;

Poluição – O descarte inadequado dos resíduos sólidos contribui para a proliferação de vetores de doenças (baratas, ratos, moscas e formigas).

Recuperação do rio está em nosso poder

Desde o período neolítico (pré-história), o homem ocupou as margens dos rios por diversas razões, como para agricultura, pecuária e para o próprio consumo humano; isso demonstra a sua importância para a história da humanidade. Precisamos conscientizar e sensibilizar a população e o poder público acerca dos problemas socioambientais do Rio Ipojuca. Dentre os principais problemas encontrados podemos destacar a poluição, o assoreamento, as construções irregulares, o desmatamento da mata ciliar, entre outros. São problemas que podem ser solucionados, com o trabalho em conjunto da população e do poder público. O ser humano tem um poder monstruoso de destruição, mas também temos a capacidade de recuperar áreas degradadas em um curto período.

Ministro da Educação diz que corte no orçamento foi necessário por conta da situação econômica do país

O ministro da Educação, Abraham Weintraub, participou de uma audiência pública da Comissão de Educação, Cultura e Esporte do Senado Federal nesta terça-feira (7).

Em um primeiro momento, Weintraub apresentou as diretrizes e os programas prioritários da pasta de Educação. Em seguida, entre outros assuntos, o ministro falou sobre os cortes no orçamento que atingiram tanto o ensino superior, como o ensino básico.  Segundo ele, não existe corte, e sim um contingenciamento nos recursos por conta da fragilidade econômica enfrentada no país atualmente.

“Não há corte. Foi um contingenciamento que foi não imposto. A gente precisa cumprir a Lei de Responsabilidade Fiscal básica, se não “estoura” o país. Até descumpre a lei, tem que cumprir. Aí quando me impôs esse contingenciamento diante da arrecadação mais fraca e nós obedecemos. Eu tenho que obedecer às leis”, declarou.

Segundo ele, com a volta do crescimento da economia do país, os recursos voltarão a ser disponibilizados. Os bloqueios no MEC atingiram R$ 7,3 bilhões. Vão da educação infantil à pós-graduação.

O ministro apresentou dados sobre impacto de produção científica para justificar planos, já anunciados, de cortes nas área de humanas. Ele ressaltou que as áreas de saúde, biológica, saúde, agrárias e multidisciplinares têm maior impacto científico, ao passo que ciências sociais aplicadas, humanidades e linguísticas não teriam os mesmos resultados.

Weintraub também se posicionou contra a cobrança de mensalidades nas universidades públicas e favorável à autonomia universitária e à aproximação das instituições com o mercado produtivo e do empreendedorismo.

Fonte: Agência da Rádio Mais

Bolsonaro assina decreto que amplia posse e porte de armas a colecionadores e caçadores

As regras sobre o uso de armas de fogo e munição foram alteradas nesta terça-feira (7). O presidente Jair Bolsonaro assinou, no Palácio do Planalto, um decreto-lei que facilita a aquisição, o registro, a posse, o porte e a comercialização de armas de fogo para colecionadores, atiradores esportivos e caçadores.

Além disso, o documento assinado por Bolsonaro põe fim ao monopólio da Taurus no comércio de armas e munições. A empresa, que era protegida pela legislação desde 2000, é a maior fabricante de armas do Brasil. Com o decreto, foram retirados os obstáculos à importação de armamento e munições.

“Eu estou fazendo algo que o povo sempre quis, levando-se em conta o referendo de 2005. O governo federal, naquela época, e os governos que o sucederam, simplesmente, via decreto, não cumpriram a legislação e extrapolaram a lei, não permitindo que pessoas de bem tivessem acesso a armas e munições”, afirmou.

No discurso de assinatura do decreto, Bolsonaro informou que, entre as mudanças, estão o direito ao proprietário rural de usar armas em todo perímetro da propriedade, colecionadores, atiradores e caçadores poderão transitar com arma e munição quando se locomoverem ao local de caça e de tiro e o direito à compra de até 50 cartuchos por ano passará para até mil cartuchos por ano. Além disso, segundo o presidente, praças das Forças Armadas com dez anos ou mais de experiência terão direito ao porte de arma.

Fonte: Agência da Rádio Mais

Foto: Wilson Dias/Agência Brasil

Marcelo Gomes defende transferência da Feira da Sulanca

O assunto principal da sessão desta terça-feira, 07, da Câmara de Vereadores de Caruaru foi o incêndio que destruiu cerca de 50 bancos da Feira da Sulanca. Durante pronunciamento, o vereador Marcelo Gomes (PSB)  se solidarizou com os sulanqueiros, relembrou que esteve no local há cerca de  dois meses com os vereadores de oposição e viu de perto a angústia dos sulanqueiros que pediam uma melhor infraestrutura para comercialização. “Cheguei a propor um plebiscito para que a população pudesse decidir se a Sulanca deveria ficar onde está ou ser transferida para o terreno doado pelo Estado ao município”, relembrou.

Ainda durante o discurso, Marcelo defendeu o fim do uso eleitoreiro da Feira. “Toda eleição para prefeito é a mesma ladainha. Do jeito que está não é possível continuar”, disse.

O vereador defendeu a transferência e destacou o papel decisivo do Governo do Estado para viabilizar a mudança ao comprar, por R$ 10 milhões, um terreno às margens da BR-104 e doá-lo à Prefeitura. “É preciso que o terreno seja aproveitado. Se não for usar, a Prefeitura precisa devolver o dinheiro ao Estado porque o terreno só pode ser usado para a Feira da Sulanca”, afirmou.

Limpeza da área da Sulanca que foi atingida pelo incêndio

A Secretaria de Serviços Públicos já está realizando a limpeza do local que foi atingido pelo incêndio da noite da última segunda-feira (06), na Feira da Sulanca, setor Brasilit.

O serviço de limpeza teve início logo após a liberação do local, pela polícia e o Instituto de Criminalística. Mais de 30 profissionais participam da retirada de sujeira, escombros e fuligem.

Prefeita Raquel Lyra entregará mais 16 casas do PNHR nesta quarta (8)

A prefeita Raquel Lyra entregará mais 16 casas através do Programa Nacional de Habitação Rural (PNHR) nesta quarta-feira (8). Serão contemplados moradores de localidades como Itaúna, Pé de Serra de Melancia, Dois Riachos, Carneirinho, Caldeirão, Santa Maria e Lagoa Roçada.

De acordo com o coordenador do PNHR, Diogo Cantarelli, 66 casas foram entregues até agora. Ao todo, serão 416. O PNHR foi criado pelo Governo Federal no âmbito do Programa Minha Casa Minha Vida, através da Lei 11.977/2009 e com a finalidade de possibilitar ao agricultor familiar, trabalhador rural e comunidades tradicionais o acesso à moradia digna no campo, seja construindo uma nova casa ou reformando/ampliando/concluindo uma já existente.

Após Dia D, vacinação contra gripe alcança 45% do público-alvo

Em um único dia de mobilização nacional, no Dia D, 5,5 milhões de pessoas foram vacinadas no Sistema Único de Saúde (SUS). O número impulsionou para 45% (26,9 milhões de pessoas) a cobertura do público-alvo da campanha, formado por pessoas consideradas mais vulneráveis para complicações da gripe, segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS).

O Dia D aconteceu no último sábado (04/5) e contou com o esforço dos estados e municípios, e profissionais de saúde, que atuaram nos 41,8 mil postos de vacinação e nas unidades móveis em todo o país.

Foto: Rodrigo Nunes

Daniel Coelho se reúne com Moro, reitera apoio a projeto e busca explicações sobre convite a delegada

Líder do Cidadania na Câmara dos Deputados, o deputado federal Daniel Coelho se reuniu nesta terça-feira (07) com o ministro da Justiça Sérgio Moro. Na pauta, o apoio do partido aos projetos de combate à corrupção e anti-crime. O parlamentar também pediu esclarecimentos a respeito do convite feito pelo ministério à delegada Patrícia Domingos, ex-titular da extinta Delegacia de Crimes contra a Administração e Serviços Públicos (Decasp), cuja cessão teria sido negada pelo governo do Estado.

“A população de Pernambuco ainda está entalada com o fechamento da Decasp e com o desmonte das estruturas de combate à corrupção no Estado. E quando a delegada Patrícia Domingos foi convidada para atuar junto ao Ministério da Justiça no combate à corrupção, estranhamente ela não foi liberada pelo governo estadual”, afirmou Daniel Coelho.

“Esperamos que os casos sejam apurados. É importante que se esclareça porque o governo de Pernambuco fechou a delegacia e também qual o motivo pelo qual negou a cessão da delegada para atuar no ministério no combate à corrupção”, completou.

Daniel Coelho também aproveitou o encontro para reafirmar o apoio do Cidadania ao pacote do ministro Sérgio Moro. “Reiteramos o apoio aos projetos de combate à corrupção e criminalidade enviados pelo ministro”, finalizou.

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